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Boas Festas

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Plano Nacional de Educação

Metas do Plano Nacional (PNE 2011/2020) foram anunciadas sem muito alarde no país do futebol. O Projeto de Lei segue para análise pelo Congresso Nacional. Há bem menos metas que na anterior, o que de certa forma é bom, mais fácil apra a população acompanhar. Achei curiosa a meta 8, pois é o que vem ocorrendo sem tanto esforço. Interessante se estabelecesse uma percentagem para essa meta. A meta 1 será um desafio e tanto ao Rio Grande do Sul, por exemplo. Parece haver o entendimento que nessa idade, o melhor é ficar com alguém da família cuidando. A meta 6 eleva os gastos públicos. Será que do pré-sal sai o dinheiro necessário? Isso sem contar com a proposição de elevar mais os salários dos professores. Muito justo. A realidade de hoje é modesta. Mas o PIB terá que aumentar um bocado. Seria a taxas chinesas ou mais... Segue para conferir e acompanhar. Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar (4 e 5 anos de idade); e ampliar Ensino Infantil até 2020 (mínimo 50%, 3 anos). Me...

Eficiência e Eficácia

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Saiu na Folha notícia que o gasto em educação no Brasil cresceu nos últimos anos, mas não alcançou os resultados esperados, segundo o Banco Mundial. A conclusão foi rebatida pelo ministro da Educação Fernando Haddad. A matéria ainda cita: Em 2009, ano com dados mais recentes, o Brasil colocava na educação pública 5,2% do PIB, percentual maior do que a média de 4,8% dos países da OCDE (organização que reúne países desenvolvidos). Por outro lado, tem um dos gastos por aluno mais baixos entre essas nações, já que o PIB per capita é menor e o número de jovens em idade escolar, maior. Para o Banco Mundial, "o nível de gastos atual do Brasil deveria estar produzindo resultados melhores". Entre os exemplos de ineficiência citados pela instituição estão o alto nível de repetência, que é um dos maiores do mundo e o fato de o país gastar cerca de seis vezes mais por aluno do ensino superior do que do ensino básico. Durante o lançamento do relatório, o ministro defendeu que, pelo con...

PISA

Divulgados resultados do Pisa 2009, o Brasil teve a terceira maior evolução nas médias de 65 nações e conseguiu superar a barreira dos 400 pontos em leitura e ciências. Ficou abaixo desse patamar em matemática (nossa grande desafio para quem acompanha metas da Educação Básica). O PISA avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados – como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo o mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os Estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países e também é o que faz as notas de nossos alunos ficarem lá embaixo. Como temos baixas taxas de aprovação, boa parte da população de 15 anos sequer concluiu o Ensino Fundamental (cá entre nós, alguns estão nas séries iniciais do Fundamental). Era de se esperar que o Distrito Federal se sobressaísse. Em estudo de meu grupo de mestrado, detectamos que...

Turnos na Escola

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Os dados colidos pelas avaliações externas permitem diversos cruzamentos que não apenas a avaliadora faz. Saudáveis são as análises trazidas por IES e seus pesquisadores, mestrandos, etc. Fiz levantamento sobre a média de desempenho dos alunos da rede estadual por turno em que estudam. Colocando em gráficos, visualizamos que o desempenho médio dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental (ou 2ª série do Ensino Fundamental) em Língua Portuguesa foi de 7 a 9 pontos maior para aqueles que estudam no turno da tarde. Para as outras séries avaliadas pelo SAERS, a análise de resultados sugere que não faz diferença estudar de manhã ou estudar de tarde. Com era esperado, os alunos do noturno apresentam resultado mais acanhado. A diferença pode parecer pequena. 7 pontos. Mas em 2007, por exemplo, os alunos do 3º ano/2ª série da manhã não conseguiam identificar o tema de uma leitura, estabelecer relações lógico-discursivas, nem identificar elementos em um texto narrativo. Os das tarde já estariam ...

IDEB no Mapa

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Várias Unidades da Federação (UFs) atingiram as metas intermediárias do IDEB de 2009. Os bons resultados de uma parcela das Unidades da Federação se deve ainda a elevadas taxas de aprovação (rendimento) em detrimento da aprendizagem (aproveitamento). O IDEB é muito sensível às taxas de aprovação. Redes com elevadas taxas tendem a apresentar elevados IDEBs. Em alguns casos, altos IDEBs apresentados por certas redes municipais são por conta da aprovação maciça de seus alunos nas séries iniciais. Poderia ser mais elevada ainda se confirmar movimento de aprovação garantida para os alunos dos 3 primeiros anos do EF (que já ocorre do 1º para o 2º). Há quem apoie, há quem destrate. Porém, um argumento a ganhar força é que na maioria das vezes a estratégia de "repetir o ano" não tem surtido o efeito pedagógico esperado. De fato, as avaliações externas apontam que alunos repetentes tendem a apresentar proficiência média inferior. Repetindo outra vez, menor ainda a média. Em outras pal...

UNFPA

O Fundo de População das Nações Unidas apresenta Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010 . Focado em questões de gênero, apresenta tabelas com diversos indicadores sociais, econômicos e demográficos. Interessante notar a relação M/F na educação. Relatório Completo Relatório dividido por capítulos Relatórios Anteriores Resumo para Imprensa Carta aos Editores Press Release Mensagem da Diretora Executiva do UNFPA - Thoraya Obaid Observação : alguns dados relativos à mortalidade materna e infantil da seção de indicadores do Relatório Situação da População Mundial 2010 podem apresentar divergência em relação às últimas revisões de dados recentemente divulgadas pela ONU. Esta versão do Relatório já incorpora estas atualizações no caso do Brasil; para dados sobre outros países, favor consultar: Mortalidade Infantil: http://www.childmortality.org/stock/documents/Child_Mortality_Report_2010.pdf Mortalidade Materna: http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9789241500265_eng.pdf